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	<title>MadeirAmbiente</title>
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	<description>Mais um site Casa e Vida</description>
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		<title>A madeira é excelente para as grandes estruturas</title>
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		<comments>http://madeirambiente.com.br/madeira-grandes-estruturas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 12:35:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elcio Ielpo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[Características]]></category>
		<category><![CDATA[Estruturas]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar da madeira ter qualidades estruturais bastante apreciáveis, ainda há muito preconceito em relação a sua utilização como material estrutural. Em grande parte devido à falta de conhecimento adequado a respeito deste material...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A madeira é um dos materiais estruturais mais antigos utilizados pelo homem em edificações. Acrescente-se ainda o fato da madeira possuir um vasto campo de aplicação em construções como, pontes, residências, igrejas, passarelas, cimbramentos, edificações sujeitas a agentes altamente corrosivos etc.</p>
<p>Apesar da madeira ter qualidades estruturais bastante apreciáveis, ainda há muito preconceito em relação a sua utilização como material estrutural. Em grande parte devido à falta de conhecimento adequado a respeito deste material, da falta de projetos específicos, bem como da cultura da construção civil brasileira. Como todos os materiais, a madeira apresenta vantagens e desvantagens em relação a sua utilização</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Principais vantagens do uso da madeira:</strong></span></p>
<ul>
<li><strong>É renovável, abundante e altamente sustentável na natureza</strong>;</li>
<li>Possui elevada resistência em relação a sua baixa massa específica;</li>
<li>Excelente isolante térmico e acústico;</li>
<li>Facilidade de trabalho e união das peças;</li>
<li>Inerte, mesmo quando está exposta a ambientes químicos;</li>
<li><strong>Baixa demanda de energia para produção</strong>;</li>
<li>Pode ser reutilizada, por várias vezes;</li>
<li>Tem custo relativamente baixo.</li>
</ul>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Possíveis desvantagens:</strong></span></p>
<ul>
<li>Possui variações transversais e longitudinais devido à variação da umidade;</li>
<li>É combustível, particularmente na forma fragmentada, como gravetos e lascas. <strong>(1)</strong>;</li>
<li>É relativamente vulnerável ao ataque de insetos e fungos, se não for tratada adequadamente;</li>
<li>Possui composição heterogênea e anisotrópica;</li>
</ul>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>(1)  </strong></span><a title="A madeira, uma excelente proteção contra o fogo" href="http://madeirambiente.com.br/madeira-protecao-contra-o-fogo/" target="_blank">As estruturas de madeira </a><strong><a title="A madeira, uma excelente proteção contra o fogo" href="http://madeirambiente.com.br/madeira-protecao-contra-o-fogo/" target="_blank">resistem longo tempo às altas temperaturas, <span style="color: #ff0000;">sem perder</span> as características mecânicas</a>. </strong>Sob as mesmas condições,<strong> já ocorre o colapso do concreto, do aço e do alumínio</strong>.</p>
<p>Além das características citadas acima, podemos citar ainda a beleza arquitetônica. Provavelmente por se tratar de um material natural, e gerar um visual atraente que agrada a maioria das pessoas.</p>
<p>Por outro lado, a madeira também possui algumas características indesejáveis em estruturas. A despeito das desvantagens, alguns dos seus efeitos podem ser contornados através da utilização de preservativos, indispensáveis para os projetos de estruturas de madeira expostas às circunstâncias propicias à proliferação dos efeitos indesejáveis em estruturas deste tipo. O tratamento da madeira é indispensável para peças em posições sujeitas a variações de umidade e de temperatura favoráveis ao desenvolvimento de agentes externos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #2e8b57; font-size: large;">Madeiras estruturais</span></p>
<p>As espécies de madeiras mais utilizadas em estruturas no Brasil são: Peroba Rosa, Ipê, Eucalipto, Pinho, Jatobá, Maçaranduba, Garapa, Cumaru, Aroeira e Itaúba.</p>
<p>A madeira apresenta um comportamento estrutural bastante apreciável, pois possui resistência mecânica tanto a esforços de tração como a compressão, além de resistência a tração na flexão e tem resistência a choques e cargas dinâmicas absorvendo impactos que dificilmente seriam absorvidos com outros materiais;</p>
<p>Através do desenvolvimento de técnicas modernas com o intuito de melhorar as qualidades da madeira, esta passou a ser mais utilizada, uma vez que tais procedimentos melhoram as boas características deste material e eliminam ou minoram os inconvenientes citados na tabela 2.</p>
<p>A madeira é um material que não possui homogeneidade e tem muitas variações. Ademais, há diversas espécies com propriedades distintas. Desta forma, é necessário o conhecimento das características para o melhor aproveitamento possível do material. Os procedimentos necessários para caracterização das espécies de madeira e a definição de parâmetros a serem seguidos são dados pela Norma Brasileira para Projeto de Estruturas de Madeira, <strong>NBR 7190/97</strong>.</p>
<p align="center"><span style="color: #993300;"><strong>Tabela 4 &#8211; Dimensões mínimas exigidas pela norma para elementos de madeira.</strong></span></p>
<div align="center"><a href="http://madeirambiente.com.br/files/2012/02/tabela1.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter  wp-image-556" title="tabela1" src="http://madeirambiente.com.br/files/2012/02/tabela1.jpg" alt="" width="563" height="100" /></a></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>As madeiras estruturais apresentam características que lhes são bem peculiares dentro do grupo dos materiais estruturais utilizados na construção civil. Essas características dizem respeito à anisotropia da madeira e ao fato desta sofrer variações nas suas dimensões, devido sua característica higroscópica.</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Anisotropia da madeira</strong></span></p>
<p>Diz-se que um material é anisotrópico quando as propriedades físicas ou químicas não apresentam as mesmas características nas diversas direções em que se pode analisar tal material. O processo de crescimento da árvore determina uma simetria axial e uma direção predominante das células que constituem o lenho. Este arranjo resulta na anisotropia da madeira.</p>
<p>Devido à constituição da árvore, as suas propriedades físicas, mecânicas e tecnológicas não são as mesmas nos três sentidos principais: axial, radial e tangencial. Portanto a madeira é um material anisotrópico.</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Higroscopia da madeira</strong></span></p>
<p>Por ser um material higroscópico, a madeira absorve umidade da atmosfera quando seca, e a libera quando úmida, procurando manter o equilíbrio nas condições de vapor de água da atmosfera circunvizinha.</p>
<p>Ao absorver água, as dimensões da peça de madeira aumentam (inchaço) e, ao liberar água, as dimensões diminuem (retração). Por ser um material anisotrópico, ela apresenta diferentes variações dimensionais, nas diferentes direções principais.</p>
<p>As diferentes retrações nas três direções; tangencial, radial e axial, explica a maior parte dos defeitos que ocorrem com a secagem da madeira: rachaduras e empenamentos. Dependendo da regularidade na direção das fibras, de certas espécies de madeira, os empenamentos serão mais, ou menos acentuados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #2e8b57; font-size: large;"><strong>Propriedades físicas da madeira</strong></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Umidade</strong></span></p>
<p>É dada pela quantidade de água infiltrada na madeira, e é medida através da porcentagem de água infiltrada, em relação a sua massa quando seca.</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Massa Específica</strong></span></p>
<p>De um modo geral, a madeira apresenta uma massa específica bastante reduzida, se comparada com outros tipos de materiais estruturais. Tal característica é bastante relevante na etapa de especificação dos materiais que constituirão a estrutura.</p>
<p>A massa específica pode ser básica ou aparente: a básica é calculada através do quociente entre a massa seca e o volume saturado da peça. Por outro lado, a massa específica aparente é calculada considerando-se o volume de uma peça de madeira com umidade de <strong>12%</strong>.</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Retrabilidade</strong></span></p>
<p>É a característica relativa à diminuição (retração) das dimensões da madeira devido à perda de água impregnada. A madeira possui maior retrabilidade na direção tangencial seguida pelas direções radial e axial.</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Módulo de elasticidade</strong></span></p>
<p>Para a madeira há diversos tipos de módulo de elasticidade, que dependem do tipo de esforço e da direção do mesmo em relação às fibras. O módulo de elasticidade básico é na direção longitudinal, na compressão ou tração, paralela às fibras.</p>
<p>Os módulos de elasticidade são definidos em função do tipo de esforço: paralelo ou normal às fibras, flexão e torção. O módulo de elasticidade é uma característica relativa a cada material. É a constante utilizada para determinar o estado das tensões, no regime elástico do material.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #2e8b57; font-size: large;">Duas estruturas notáveis em madeira</span></p>
<div align="center"><a href="http://madeirambiente.com.br/files/2012/02/tabela2.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter  wp-image-559" title="tabela2" src="http://madeirambiente.com.br/files/2012/02/tabela2.jpg" alt="" width="549" height="245" /></a></div>
<p>Atualmente é a maior estrutura de madeira do mundo. <a title="Metropol" href="http://madeirambiente.com.br/files/2012/02/metropol.jpg" target="_blank">O edifício</a> é conhecido popularmente como “Las Setas de la Encarnación”. É organizado em cinco pisos. O subterrâneo contém o Antiquarium; um sítio arqueológico em exposição. No térreo está o mercado central, no piso 1 há um palco de apresentações. No piso 2 há um restaurante com excelente vista sobre o centro de Sevilha, e no 3 uma passarela panorâmica</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://madeirambiente.com.br/files/2012/02/tabela3.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter  wp-image-563" title="tabela3" src="http://madeirambiente.com.br/files/2012/02/tabela3.jpg" alt="" width="560" height="241" /></a></p>
<p><a title="Centre Pompidou" href="http://madeirambiente.com.br/files/2012/02/centre_pompidou.jpg" target="_blank">As treliças em madeira</a> do solo até a cobertura, concluídas em julho de 2009, consistem numa montagem inédita de 16km de Viga Lamelar Colada de “Picea abies” (Conífera), que se entrecruzam para formar uma malha hexagonal. Ela é recoberta de uma membrana em Fibra de Vidro, revestida de PTFE, que protege o ambiente interno da radiação solar, é autolimpante, e permite transparecer a iluminação interna à noite.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #2e8b57; font-size: large;"><strong>Considerações:</strong></span></p>
<p>Devemos observar que estes projetos, como tantos outros em diferentes países, são financiados pelo poder público dessas nações. Portanto,<strong> é o Estado que promove o uso de materiais renováveis e sustentáveis</strong> <strong>em obras de interesse público, e que se tornam exemplares para os cidadãos</strong>.</p>
<p>No Brasil há um grande preconceito em relação ao emprego da madeira. Isto se deve ao desconhecimento evidente do material, e à falta de projetos específicos. Por outro lado, <strong>os cartéis do setor da construção civil convencional aliciam a maioria dos membros do governo</strong>, em favor de seus próprios interesses.</p>
<p>As escolas brasileiras não conseguem suplantar essa blindagem corporativa e, dessa forma, não capacitam técnicos, engenheiros e arquitetos no segmento madeireiro. <strong>O despreparo desses profissionais dificulta a multiplicação dos projetos de construções em madeira</strong> de qualquer porte, e em todas as áreas.</p>
<p>Um fato quase desconhecido de todos, refere-se à resistência mecânica das madeiras, que podem ser mais resistentes que o concreto convencional. Ensaios específicos de laboratório comprovam esse dado. A altas temperaturas, <strong>no caso de incêndios, a madeira leva enorme vantagem sobre o concreto e o aço</strong>.</p>
<p>Outro aspecto, que confunde a sociedade menos esclarecida, é a questão ecológica. <strong><a title="A Madeira e a Energia Incorporada" href="http://madeirambiente.com.br/energia-incorporada-na-madeira/" target="_blank">Para o leigo, o uso da madeira significa devastação de florestas</a></strong>. Entretanto, <strong>é na</strong><strong> reflorestação que a madeira irá retirar o CO<sub>2</sub></strong> <strong>da atmosfera </strong>e que formará, com a água, através da fotossíntese, o tecido principal de sua estrutura e crescimento. Com esse processo irá conservar a umidade do solo, e preservar os mananciais hídricos.</p>
<p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p>
<p><a href="http://www.shigerubanarchitects.com/">www.shigerubanarchitects.com</a><br />
<a href="http://www.jdg-architectes.com/">www.jdg-architectes.com</a><br />
<a href="http://www.jmayerh.de/">www.jmayerh.de</a></p>
<p><strong>Leitura Recomendada:</strong></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>&gt;</strong></span> Faculdade de Engenharia Civil Arquitetura e Urbanismo – FEC &#8211; UNICAMP.<br />
<strong><em>“Sistemas estruturais de edificações e exemplos”</em></strong><br />
Departamento de Estruturas – DES &#8211; Bolsistas:<br />
Marta Francisca Suassuna Mendes de Souza-RA 063060<br />
Rafael Bezerra Rodrigues-RA 063777<br />
Orientador: Dr. Nilson Tadeu Mascia &#8211; Campinas (SP)-Julho de 2008</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>&gt;</strong></span> Faculdade de Engenharia Civil &#8211; UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA.<br />
<strong><em>“Estruturas De Madeira”</em></strong><strong><em> &#8211; Notas de Aula</em></strong><br />
Professor: Francisco A. Romero Gesualdo &#8211; Maio de 2003</p>
<p><strong>Links Úteis:</strong></p>
<p><a href="www.inmetro.gov.br/qualidade/cerflor.asp" target="_blank">CERFLOR</a><br />
<a href="http://www.fsc.org.br" target="_blank">FSC-Brasil</a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://madeirambiente.com.br/" target="_blank"><img class="alignleft" title="madeira-ambiente" src="http://madeirambiente.com.br/files/2012/01/madeira-ambiente.png" alt="" width="179" height="46" /></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>A casa de madeira, e as técnicas construtivas</title>
		<link>http://madeirambiente.com.br/casa-de-madeira-tecnicas/</link>
		<comments>http://madeirambiente.com.br/casa-de-madeira-tecnicas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 20:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elcio Ielpo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[Casa de Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>

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		<description><![CDATA[Na Construção Civil, a Madeira é o único material renovável e de elevada sustentabilidade. Sua utilização em estruturas, fechamento de vãos, no revestimento de paredes, coberturas, esquadrias e movelaria, representa um importante meio de proteção às reservas dos não renováveis, bem como, na redução do consumo energético que eles demandam para a sua transformação; Como o aço, o alumínio e o cimento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tecnicamente, a casa de madeira é uma construção onde <strong>o conjunto da cobertura está apoiado sobre colunas e vigas de madeira</strong>. Entretanto, os valores agregados dessas formas construtivas transcendem os limites do avanço tecnológico que ela representa, e que já seriam altamente vantajosos;</p>
<p>A madeira é o único material renovável e de <strong>alta sustentabilidade</strong> da Construção Civil. Sua utilização nas estruturas, no fechamento de vãos, no revestimento de paredes, em coberturas, esquadrias e movelaria, representa um importante meio de <strong>proteção às reservas dos não renováveis</strong>, bem como, na <strong>redução do consumo energético</strong> que eles demandam para a sua transformação; Como o aço, o alumínio e o cimento.</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong><span style="color: #008000;"><strong><a href="http://madeirambiente.com.br/files/2012/02/madeira12.jpg" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-513 alignleft" title="madeira1" src="http://madeirambiente.com.br/files/2012/02/madeira12-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></strong></span></strong></span><span style="color: #009966; font-size: large;"><strong>Valores tangíveis e intangíveis das construções em madeira</strong></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><strong><span style="text-decoration: underline;">MEIO AMBIENTE</span>:</strong></span></p>
<p><strong>-</strong> A madeira absorve grandes quantidades de CO2, e recupera a umidade do solo nas áreas reflorestadas. Seu processo de transformação, em Matéria-prima,  consome pouca energia.</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong><span style="text-decoration: underline;">ECONOMIA</span>:</strong></span></p>
<p><strong>-</strong> O consumo de energia de climatização é muito reduzido, uma vez que a madeira, além de ser excelente isolante térmico, é um regulador natural de umidade.</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong><span style="text-decoration: underline;">EDIFICAÇÃO</span>:</strong></span></p>
<p><strong>-</strong> As obras têm prazos de execução bem curtos (poucos meses), os canteiros são secos, limpos e sem rejeitos.<br />
<strong>-</strong> Apresentam a melhor relação qualidade / custo / desempenho do setor.<br />
<strong>-</strong> As reformas ou ampliações são realizadas a qualquer tempo, com rapidez e baixo custo.</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong><span style="text-decoration: underline;">SAÚDE e SEGURANÇA</span>:</strong></span></p>
<p><strong>-</strong> As casas podem ser construídas com segurança e economia em todo tipo de terreno, mesmo em solos pouco estáveis ou inundáveis.<br />
<strong>-</strong> A textura e a maciez ao toque, próprios da madeira, proporcionam uma agradável sensação de conforto e bem-estar aos usuários.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: large;"><strong><span style="color: #009966;">As técnicas construtivas mais utilizadas.</span></strong></span></p>
<h4><span style="color: #993300;"><a href="http://madeirambiente.com.br/files/2012/02/madeira2.jpg" target="_blank"><img class="wp-image-478 alignleft" title="madeira2" src="http://madeirambiente.com.br/files/2012/02/madeira2.jpg" alt="" width="102" height="198" /></a><a href="http://madeirambiente.com.br/files/2012/02/madeira3.jpg" target="_blank"><img class="alignright  wp-image-479" title="madeira3" src="http://madeirambiente.com.br/files/2012/02/madeira3-300x225.jpg" alt="" width="181" height="129" /></a></span></h4>
<h4><span style="color: #993300;">MADEIRA MACIÇA</span></h4>
<p>É a mais antiga técnica de construção, utiliza peças de madeira desbastada, retangulares ou cilíndricas, sobrepostas horizontalmente.</p>
<p>Por longo período esse formato foi empregado na construção de chalés, principalmente na América do Norte, por serem rústicos, sólidos e estanques.</p>
<p>Atualmente, vem sendo substituído pelos sistemas arquitetônicos de maior conforto e performance.</p>
<h4><span style="color: #993300;"><strong><a href="http://madeirambiente.com.br/files/2012/02/madeira4.jpg" target="_blank"><img class="wp-image-480 alignleft" title="madeira4" src="http://madeirambiente.com.br/files/2012/02/madeira4-300x237.jpg" alt="" width="182" height="141" /></a><a href="http://madeirambiente.com.br/files/2012/02/madeira5.jpg" target="_blank"><img class="alignright  wp-image-481" title="madeira5" src="http://madeirambiente.com.br/files/2012/02/madeira5-199x300.jpg" alt="" width="95" height="167" /></a></strong></span></h4>
<h4><span style="color: #993300;"><strong>COLOMBAGEM</strong></span></h4>
<p>Esta técnica é milenar e ganhou força na Europa a partir do século XIV. Utiliza longas e sólidas colunas de madeira, interligadas por traves na altura dos pavimentos da habitação.</p>
<p>Nessa armação são posicionados caibros inclinados, horizontais, e também verticais, que irão encadear toda a estrutura.</p>
<p>O conjunto se consolida com alvenaria de tijolos, ou pedras, vedando os vãos entre as peças de madeira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>MADEIRA ESTRUTURADA</strong></span></p>
<p>É uma evolução do sistema Colombagem, a estrutura é formada por uma trama de montantes, distantes de 40cm a 60cm e interligados por travessas que formam quadros, sobre os quais são fixados painéis de fibra de madeira em ambas as faces.</p>
<p>Entre os painéis é aplicado material isolante para elevar os níveis de conforto térmico e acústico dos ambientes. As superfícies, tanto internas como externas das paredes, assim constituídas, podem receber o revestimento final utilizando os mais diversos materiais.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://madeirambiente.com.br/files/2012/02/untitled.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter  wp-image-530" title="untitled" src="http://madeirambiente.com.br/files/2012/02/untitled.jpg" alt="" width="567" height="169" /></a></p>
<p style="text-align: left;" align="center"><span style="color: #000000;">Esta técnica construtiva confere leveza e estabilidade excepcionais à edificação, oferecendo máxima flexibilidade de formas, volumes e acabamentos em projetos arquitetônicos.</span></p>
<p style="text-align: center;" align="center"><span style="color: #000000;"><a href="http://madeirambiente.com.br/files/2012/02/untitled2.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter  wp-image-531" title="untitled2" src="http://madeirambiente.com.br/files/2012/02/untitled2.jpg" alt="" width="554" height="165" /></a></span></p>
<p style="text-align: left;" align="center"><span style="color: #993300;"><strong>Uma grande virtude do sistema de Madeira Estruturada reside na liberdade de implantação:</strong></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>1)</strong></span> É adequada aos mais diversos climas e altitudes, porque <strong>é naturalmente bioclimática.</strong><br />
<span style="color: #ff0000;"><strong>2)</strong></span> Adapta-se a qualquer terreno, porque <strong>utiliza fundações leves e pode ter o piso isolado do solo</strong>.<br />
<span style="color: #ff0000;"><strong>3) </strong></span>É o único sistema <strong>recomendado para regiões sujeitas à atividade sísmica, e áreas inundáveis</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>COLUNA-VIGA</strong></span></p>
<p>Presente na Alemanha há mais de duas décadas, atualmente se expande por toda a Europa, América do Norte e Japão, este sistema também empresta da Colombagem o conceito estrutural. Formado por um conjunto de colunas e vigas de grande porte e que permanecem, quase sempre, aparentes.</p>
<p>Esta técnica construtiva permite acomodar grandes vãos entre as colunas, tanto de ocupação dos espaços horizontais como da instalação de amplas áreas envidraçadas dando liberdade aos projetos de habitações bem ventiladas e iluminadas naturalmente.</p>
<p>Para as grandes estruturas são utilizadas vigas de Madeira Lamelar Colada, que cobrem vãos de dezenas de metros, como em ginásios esportivos e prédios industriais. Pela rigidez das estruturas é recomendado para solos estabilizados, como os das estruturas de concreto.</p>
<p>As obras têm prazo de conclusão um pouco maior que o da Madeira Estruturada, porque são erguidas com peças de grande porte e pesadas. O que reduz, em parte, a velocidade dos trabalhos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://madeirambiente.com.br/files/2012/02/Image2.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter  wp-image-484" title="Image2" src="http://madeirambiente.com.br/files/2012/02/Image2.jpg" alt="" width="554" height="346" /></a></p>
<p>As colunas suportam as vigas principais de seções volumosas e as duplas secundárias que, por sua vez sustentam os pisos dos pavimentos, e o conjunto da cobertura, sempre generosa e decorativa.</p>
<p>Os vãos verticais, assim formados, poderão receber os mais diversos fechamentos, como vidros, alvenaria, madeira maciça, concreto celular, entre outros. As possibilidades são amplas e de fácil adaptação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #009966; font-size: large;"><strong>Considerações:</strong></span></p>
<p>Ainda que raros, podemos encontrar no Brasil projetos de altíssimo nível arquitetônico que confirmam as enormes possibilidades das edificações em madeira. Entretanto, talvez em face do clima predominante em nosso país não ser agressivo, as melhores técnicas construtivas deste segmento não são valorizadas.</p>
<p>Haja vista, tantas anomalias encontradas nas habitações de alvenaria e concreto, individuais ou coletivas, que deixam seus usuários pouco seguros e confortáveis em suas residências. Portanto, é de se esperar que as construções em madeira ainda sejam executadas mediante técnicas já ultrapassadas.</p>
<p>Por outro lado, mesmo havendo um desenvolvimento tecnológico consistente neste setor, ele está restrito ao círculo acadêmico, e com poucas exceções. Não existem políticas objetivas, da parte do governo, que promovam a utilização ampla e eficaz dos nossos recursos biotecnológicos na área habitacional.</p>
<table style="width: 559px; height: 194px;" border="0">
<tbody>
<tr>
<td align="left" valign="top"><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p>
<p><strong>&gt;</strong> <em>Boisconcept-Fr</em><br />
<strong>&gt;</strong> <em>Moboa-Fr</em><br />
<strong>&gt;</strong> <em>Maison.com-Fr</em><br />
<strong>&gt;</strong> <em>Huf-haus-Gmb</em><br />
<strong>&gt;</strong><em> AFCOBOIS-Fr</em><br />
<strong>&gt;</strong> <em>Bernardes &amp; Jacobsen-Arquitetos-Br</em><br />
<strong>&gt;</strong> <em>Orbital Estruturas-Br</em></td>
<td align="left" valign="top"><strong>Links Úteis:</strong></p>
<p><a href="http://www.inmetro.gov.br/qualidade/cerflor.asp" target="_blank">CERFLOR</a><br />
<a href="http://www.fsc.org.br" target="_blank">FSC-Brasil</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div align="center"><a href="http://madeirambiente.com.br/" target="_blank"><img title="madeira-ambiente" src="http://madeirambiente.com.br/files/2012/01/madeira-ambiente.png" alt="" width="179" height="46" /></a></div>
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		</item>
		<item>
		<title>A madeira, uma excelente proteção contra o fogo</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 11:43:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elcio Ielpo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Proteção]]></category>
		<category><![CDATA[Revestimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Contrariamente à crença popular, a madeira é um material particularmente interessante face ao fogo. Capaz de manter suas propriedades mecânicas por mais tempo que o concreto, o aço e o alumínio. Graças a sua baixa condutividade térmica, ela representa uma efetiva garantia adicional na evacuação dos ambientes atingidos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Contrariamente à crença popular, a madeira é um material particularmente interessante face ao fogo. Capaz de manter suas propriedades mecânicas por mais tempo que o concreto, o aço e o alumínio.</p>
<p><strong>Graças a sua baixa condutividade térmica, ela representa uma efetiva garantia adicional na evacuação dos ambientes atingidos</strong>.</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Como isso sucede<span style="color: #000000;">:</span></strong></span></p>
<p>Durante a combustão, forma-se uma camada carbonizada na superfície da madeira, que é <strong>8 vezes mais isolante</strong> que a madeira natural. Essa camada é capaz de retardar a combustão do material em torno de <strong>0,7mm/face/minuto</strong>. Treliças, colunas e vigas, de madeira, conservam sua integridade física por longo tempo. Uma margem de segurança adicional oferecida pela madeira; Os elementos estruturais, antes de atingirem seus pontos de ruptura emitem sons (estalos) fortes, funcionando assim, como sinal de alarme.</p>
<p>Uma estrutura de <strong>madeira nos permite um tempo de intervenção mais longo</strong> que uma estrutura de concreto ou de aço, por sua baixa condutividade térmica, ou seja: A transmissão de calor da madeira é <strong>12 vezes</strong> menor que a do concreto, <strong>250 vezes </strong>menor que a do aço, e <strong>1.500 vezes</strong> menor que a do alumínio.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Incêndios</strong></span></p>
<p>As causas dos incêndios não se encontram nos materiais estruturais, sejam eles madeira, concreto ou metal.</p>
<p>Os incêndios têm, normalmente, origem na instalação elétrica ou de gás, nos aquecedores e fogões, nas cortinas, entre outros.</p>
<p>Estudos realizados na POLI-USP mostram que, com o aumento da temperatura, <strong>a perda percentual de resistência em corpos-de-prova de concreto é mais acentuada que nos corpos-de-prova de madeira</strong>. Portanto, desde que sejam bem projetadas, as estruturas de madeira apresentam ótimo desempenho em situação de incêndio.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://madeirambiente.com.br/files/2012/01/madeira-fogo-1.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter  wp-image-415" title="madeira-fogo-1" src="http://madeirambiente.com.br/files/2012/01/madeira-fogo-1.jpg" alt="" width="559" height="140" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;">Após um incêndio, observamos o colapso das vigas de aço, enquanto a viga de madeira sustenta sua carga &#8211; EESC-USP</span></p>
<div align="center"><span style="color: #008000;"><strong>Condutividade Térmica para diversos materiais<span style="color: #000000;">:</span></strong></span></div>
<div align="center"><span style="color: #008000;"><a href="http://madeirambiente.com.br/files/2012/01/tabela.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-416" title="tabela" src="http://madeirambiente.com.br/files/2012/01/tabela.jpg" alt="" width="422" height="244" /></a></span></div>
<p align="center"><strong>W/m.K</strong><em> (watt por metro por kelvin) é uma unidade de medida de <span style="text-decoration: underline;"><a title="Condutividade térmica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Condutividade_t%C3%A9rmica">condutividade</a></span> térmica.</em></p>
<p>A opção pela utilização da madeira na construção de uma maneira geral e, particularmente, como elemento estrutural deve levar em conta os aspectos específicos relacionados à obtenção do material. A exploração e a utilização indiscriminada desse recurso natural é hoje motivo de grande preocupação. Assim, ao optar pela utilização da madeira devemos buscar o produto oriundo de manejo florestal licenciado e fiscalizado.</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong><em>Devemos sempre utilizar a madeira certificada, o que é garantia de que sua extração foi efetuada de forma sustentável, dos pontos de vista social e ambiental.</em></strong></span></p>
<p>O uso estrutural da madeira baseia-se na composição de peças industrializadas, compostas de forma a apresentar um desempenho calculado. A madeira a ser utilizada na estrutura deve ter recebido tratamento adequado, que a proteja de agentes agressivos como fungos e insetos, e da umidade em casos particulares.</p>
<p>Assim como em concreto ou aço, os projetos estruturais em madeira devem ser elaborados por Arquitetos, ou por Engenheiros especializados. Tal providência assegura o uso racional da madeira, e o cumprimento dos requisitos de resistência e segurança da edificação.</p>
<p>Como associamos a estrutura construída em madeira à lenha que queimamos nas nossas lareiras, o senso comum leva-nos a concluir que um edifício com estrutura em madeira resiste menos a um incêndio que as estruturas metálicas, ou de concreto armado. Esta idéia pode estar muito longe da realidade, é o que a física e a química nos permitem entender sobre os fenômenos associados aos incêndios em edifícios.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Reação do material</strong><span style="color: #000000;">:</span></span> Comportamento físico-químico ao ataque inicial do fogo, e inclui parâmetros como <strong>Tempo de ignição</strong>, <strong>Taxa de propagação do fogo</strong>, <strong>Calor total libertado</strong>, <strong>Taxa de propagação de Fumos</strong>, entre outros. O domínio destes principais fatores nos permite atender aos requisitos essenciais da proteção contra incêndio:</p>
<ul>
<li>Garantir a estabilidade ao fogo das estruturas durante um tempo determinado.</li>
<li>Limitar o desenvolvimento do fogo e de fumos.</li>
<li>Limitar a propagação do fogo a edifícios vizinhos.</li>
<li><strong>Garantir a evacuação dos ocupantes dos edifícios</strong>.</li>
<li>Garantir que as equipes de salvamento não correm riscos.</li>
</ul>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Resistência ao Fogo</strong><span style="color: #000000;">:</span></span> Tempo (min) durante o qual um determinado sistema construtivo, sob condições de fogo normalizado &#8211; ISO 834-1:1999, cumpre as exigências que lhe são solicitadas, em termos de:</p>
<ul>
<li>Estabilidade / Capacidade portante.</li>
<li>Ausência de emissão de gases inflamáveis pela face não exposta ao fogo.</li>
<li>Estanqueidade à passagem de chamas e gases quentes.</li>
<li>Resistência térmica suficiente para impedir que na face não exposta se alcancem temperaturas superiores às estabelecidas pela Norma (140 °C &#8211; Média e 180 °C &#8211; Máxima).</li>
</ul>
<p>Os revestimentos de paredes e tetos também têm um papel importante na eclosão e desenvolvimento do fogo, <strong>especialmente nos caminhos de fuga</strong> e, particularmente, nos edifícios multipisos. Nas Normas e nos regulamentos nacionais, são impostos limites ao grau de reação ao fogo desses revestimentos.</p>
<p>Os materiais de revestimento das superfícies interiores, dos caminhos de evacuação, devem ter uma reação ao fogo das classes a seguir (ISO 834-1:1999):</p>
<ul>
<li>Materiais de revestimento de pavimentos – <strong>M3</strong></li>
<li>Materiais de revestimento de paredes – <strong>M2</strong></li>
<li>Materiais de revestimento de tetos – <strong>M1</strong></li>
</ul>
<p>Há vários processos de tratamento com Retardantes de Fogo e que podem ser classificados genericamente em três classes:</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>a) </strong></span>Os que são Incorporados na madeira durante o ciclo de produção, como resinas e películas.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>b) </strong></span>Os que são impregnados em autoclave, após o ciclo de fabricação, em madeira sólida, contraplacados e outros painéis, como as soluções de sais minerais.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>c) </strong></span>Os que são aplicados na montagem ou instalação dos produtos, como tintas, vernizes e placas minerais.</p>
<p><strong>Destacamos dois pontos que podem gerar falsas conclusões:</strong></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>1. </strong></span>Os Retardantes de Fogo <span style="color: #ff0000;"><strong>não</strong></span> tornam, de modo algum, a madeira incombustível.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>2. </strong></span>Os produtos fungicidas <span style="color: #ff0000;"><strong>não</strong></span> são retardantes de fogo, apenas não aumentam a carga térmica, uma vez que não alimentam a combustão. Entretanto, eles não evitam que a madeira arda.</p>
<p>Os Retardantes de Fogo têm diversas formulações e atuam de diferentes maneiras, sempre com o objetivo de conter a ignição, a propagação das chamas através das superfícies e diminuir a taxa de liberação de calor do substrato, isto é; <strong>reforçando a capacidade de reação da madeira ao fogo</strong>, como segue:</p>
<ul>
<li>Promovem ou facilitam a carbonização.</li>
<li>Convertem os gases voláteis em não inflamáveis, tais como vapor de água e CO<sub>2.</sub></li>
<li>Formam uma barreira vitrificada nas superfícies.</li>
<li>Produzem uma barreira intumescente nas superfícies.</li>
<li>Libertam radicais livres que inibem a reação de combustão.</li>
</ul>
<p>Esses Retardantes são submetidos a Ensaios de Reação ao Fogo, em diferentes substratos, gerando uma classificação segundo o tipo de proteção que devem proporcionar ao substrato. A escolha desses produtos e processos depende de vários fatores. É importante discutir em detalhe com os fabricantes ou fornecedores, de modo a eliminar ou minimizar eventuais riscos do projeto. Esses fatores incluem:</p>
<ul>
<li>Cumprir as Normas e Recomendações vigentes para o nível de proteção a que se destina.</li>
<li>Exigências e especificações arquitetônicas.</li>
<li>Tipo de madeira (espécie) do substrato.</li>
<li>Natureza do trabalho: edificação nova / conservação / reconstrução / restauração.</li>
<li>Condições do ambiente.</li>
<li>Condições de trabalho durante a aplicação / instalação.</li>
<li>Requisitos de conservação, prevenção e manutenção.</li>
<li>Efeitos do tratamento na aparência do substrato ou nas propriedades inerentes.</li>
<li>Interferência do tratamento, por impregnação, em posterior aplicação de revestimentos.</li>
<li>Disponibilidade do produto no mercado, e condições de fornecimento.</li>
</ul>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Conclusão</strong></span></p>
<p>Um dos aparentes paradoxos da madeira é o de ter uma altíssima resistência ao fogo, sendo um material inflamável. Entretanto, sua combustão é muito lenta, regular, e tem o desempenho altamente previsível.</p>
<p>Esperamos, com esta breve síntese, ter contribuído para esclarecer uma das dúvidas mais freqüentes sobre a utilização da madeira em edificações. Tão controversa quanto atual para a nossa sociedade.</p>
<table style="width: 582px; height: 175px;" border="0">
<tbody>
<tr>
<td align="left" valign="top"><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p>
<p><strong>&gt; </strong><em>Construções em Madeira-Dr. Luis Augusto Conte Mendes Veloso &#8211; UFPA</em><br />
<strong>&gt;</strong><em> Projecto de Estruturas de Madeira &#8211; Amorim Faria e João Negrão</em><em></em><br />
<strong>&gt; </strong><em>Tria &#8211; Protecção Passiva contra Incêndios &#8211; António Lourenço Ferreira</em><br />
<strong>&gt;</strong><em> Bois.com &#8211; Construction bois et incendie</em><br />
<strong>&gt;</strong><em> The structure and mechanical behaviour of wood – U. Cambridge</em><br />
<strong>&gt;</strong><em> A Madeira: um Material Construtivo Resistente ao Fogo – EESC-USP</em></td>
<td align="left" valign="top"><strong>Links Úteis:</strong></p>
<p><a href="http://www.inmetro.gov.br/qualidade/cerflor.asp" target="_blank">CERFLOR</a><br />
<a href="http://www.fsc.org.br" target="_blank">FSC-Brasil</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div align="center"><a href="http://madeirambiente.com.br/" target="_blank"><img title="madeira-ambiente" src="http://madeirambiente.com.br/files/2012/01/madeira-ambiente.png" alt="" width="179" height="46" /></a></div>
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		</item>
		<item>
		<title>A madeira brasileira, de uso habitacional</title>
		<link>http://madeirambiente.com.br/madeira-brasileira-habitacao/</link>
		<comments>http://madeirambiente.com.br/madeira-brasileira-habitacao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 11:04:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elcio Ielpo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
		<category><![CDATA[Habitação]]></category>

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		<description><![CDATA[A madeira é um produto do tecido dos vegetais superiores, localizado em geral no tronco e galhos das árvores, com células especializadas na sustentação e condução de seiva. Do ponto de vista comercial, a madeira somente é encontrada em árvores com altura acima de 6 metros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A madeira é um produto do tecido dos vegetais superiores, localizado em geral no tronco e galhos das árvores, com células especializadas na sustentação e condução de seiva. Do ponto de vista comercial, a madeira somente é encontrada em árvores com altura acima de 6 metros.</p>
<p>As árvores são plantas superiores, de elevada complexidade anatômica e fisiológica. Em termos práticos, elas se subdividem em duas grandes classes. Coníferas e Dicotiledôneas.</p>
<table style="width: 571px; height: 431px;" border="0">
<tbody>
<tr valign="top">
<td><img title="madeira" src="http://madeirambiente.com.br/files/2012/01/madeira2.jpg" alt="" width="186" height="289" /><br />
<strong>Composição básica dos troncos</strong></td>
<td> </td>
<td><strong>Coníferas:</strong>Caracterizam-se, principalmente, por possuir folhas em forma de agulhas e frutos em forma de cones com sementes expostas. No Brasil, a conífera nativa mais conhecida é o pinheiro-do-paraná cujo nome científico é Araucaria angustifolia. Uma outra conífera fornecedora de madeira é uma espécie exótica (nativa de outro país, mas cultivada por aqui) que é o pinus. O mais comum no Brasil é o Pinus elliottii, mas existem outros como o Pinus caribaea, Pinus oocarpa, Pinus taeda, Pinus patula etc. Podem ser encontradas ainda outras coníferas nativas como o pinho-bravo, pinho-do-brejo etc. Ou exóticas como o pinheiro-de-natal, e os ciprestes, geralmente utilizadas para paisagismo.</p>
<p><strong>Dicotiledôneas:</strong> Caracterizam-se, principalmente, pelas folhas largas e frutos com sementes envolvidas por uma casca. A este grupo pertence a grande maioria das espécies florestais brasileiras, e aí estão incluídas a Sucupira, o Ipê, o Mogno, a Andiroba, o Cedro, o Jatobá, o Pau-brasil, o Jacarandá-da-bahia, etc. Temos também no Brasil uma folhosa exótica muito conhecida que é o Eucalipto.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="color: #339966;"><strong>Madeiras Nobres Brasileiras e as Principais Aplicações</strong><strong> </strong></span>- <em>Madeiras nativas da Amazônia, extraídas de forma ambientalmente correta por meio do manejo florestal sustentável</em>.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Catuaba</strong></span></p>
<p>É uma árvore vigorosa que produz flores amarelas e cor-de-laranja, e pequenos frutos ovais amarelados, e não comestíveis. Cresce no norte do Brasil na floresta amazônica. A Catuaba tem uma longa história de uso medicinal natural como afrodisíaco.</p>
<p><strong><em>Construção civil, chapas, marcenaria de alto padrão, dormentes.</em></strong></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Angelim Amargoso</strong></span></p>
<p>Cerne marrom-oliva, após o corte torna-se marrom-avermelhado com listras amarelo-amarronzadas.</p>
<p><strong><em>Construção civil, chapas, assoalhos, marcenaria, dormentes.</em></strong></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Angelim Pedra</strong></span></p>
<p>Cerne marrom-amarelado-claro, distinto do alburno marrom-pálido, aspecto fibroso acentuado.</p>
<p><strong><em>Construção civil, batentes, móveis.</em></strong></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Angelim Vermelho</strong></span></p>
<p>Cerne marrom-avermelhado-claro, pouco distinto do alburno cinza-avermelhado. Grã revessa, textura média, brilho moderado e cheiro desagradável. A árvore é majestosa e extremamente decorativa, podendo ser empregada para arborização de praças e grandes jardins.</p>
<p><strong><em>Construção civi, caibros, vigas, ripas, tacos, tábuas de assoalho, batentes de portas e janelas, dormentes, postes, moirões, esteios, torneados, carrocerias, vagões, construção naval.</em></strong></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Cambará</strong></span></p>
<p>Cerne marron-amarelado, com tons mais pálidos quando recém cortado.</p>
<p><strong><em>Usada apenas localmente para a confecção de canoas, caixas, brinquedos.</em></strong></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Cedrinho</strong></span></p>
<p>Madeira leve, cerne marrom-avermelhado-claro, textura média, brilho ausente e cheiro imperceptível.</p>
<p><strong><em>Usado em construção Civil e Naval, móveis, molduras, chapas, caixas, engradados.</em></strong></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Cumaru Ferro</strong></span></p>
<p>Espécie de ampla distribuição, sendo freqüente em toda a região Amazônica, incluindo os países que fazem fronteira com o Brasil. Madeira muito pesada, alburno bege contrastando com o cerne castanho-escuro-amarelado, odor desagradável quando recém cortado, gosto imperceptível.</p>
<p><strong><em>Construção civil, cabos e objetos torneados, postes, colunas, laminados decorativos.</em></strong></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Garapeira</strong></span></p>
<p>Ocorre na Amazônia, principalmente no Estado do Pará. Madeira pesada, alburno bege diferenciado do cerne amarelado até castanho-claro-rosado, escurecendo com o tempo assumindo a cor castanho.</p>
<p><strong><em>Estruturas externas, postes, colunas, dormentes, estacas, vigas, caibros, barris de cerveja, cabos de ferramentas.</em></strong></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Guariuba</strong></span></p>
<p>Ocorre nas matas de terra firme e várzeas altas não inundadas, principalmente nos Estados do Pará, Amapá, e ainda na Região das Guianas. Madeira moderadamente pesada, cerne rosado, pouco diferenciado do alburno cinza-claro a marrom-acinzentado claro, textura média a grossa, sem cheiro ou gosto.</p>
<p><strong><em>Construção Civil e Naval, marcenaria, caixotaria, tábuas, ripas, caibros, forros, moldura, interior de móveis.</em></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Ipê</span></strong></p>
<p>Cerne oliva-amarromzado-escuro ou oliva-escuro, geralmente uniforme, às vezes com reflexos esverdeados devido à presença da substância Lapachol, distinta do alburno amarelo-pálido, textura média, brilho moderado ou ausente.</p>
<p><strong><em>Construções internas, instrumentos musicais, tábuas de assoalho, portas, molduras, janelas.</em></strong></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Ipê Amarelo</strong></span></p>
<p>Cerne oliva-amarelo-escuro ou oliva-amarelado-escuro, geralmente uniforme, porém, às vezes com reflexos esverdeados devido à presença da substância Lapachol, distinta do alburno amarelo-pálido, textura média, brilho moderado ou ausente.</p>
<p><strong><em>Construções internas, instrumentos musicais, tábuas de assoalho, portas, molduras, janelas.</em></strong></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Jatobá</strong></span></p>
<p>Ocorre na margem de rios e nas capoeiras velhas nos estados de Mato Grosso, Amazonas, Pará, Bahia, Pernambuco, Minas Gerais, Espírito Santos, Acre, Rondônia, Roraima e Amapá. Madeira muito pesada, alburno bege, diferenciada do cerne castanho avermelhado.</p>
<p><strong><em>Construção civil, ripas, caibros, vigas, acabamentos internos, batentes, esquadrias, tábuas de assoalho, tacos, artigos esportivos, cabos de ferramentas, peças torneadas, móveis.</em></strong></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Maracatiara</strong></span></p>
<p>Habita as matas primárias da Região Norte, principalmente do Pará, Amazônia e Roraima. Madeira muito pesada, avermelhada, com a ocorrência de faixas longitudinais enegrecidas, formando figuras.</p>
<p><strong><em>Marcenaria de luxo, artesanato, peças torneadas, tábuas de assoalho, venezianas, escadas, móveis, folhas faqueadas decorativas.</em></strong></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Massaranduba</strong></span></p>
<p>Distribui-se nos Estados da Região Norte, mais freqüente no Pará, Roraima, Rondônia e Amazonas. Madeira muito pesada, alburno bege, diferenciado do cerne castanho escuro-avermelhado.</p>
<p><strong><em>Construção civil, telhados, paredes, assoalhos, decks, m</em></strong><strong><em>obiliário industrial.</em></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Piqui</span></strong></p>
<p>Ocorre em toda Amazônia em matas de terra firme. Ainda em parte da Região Nordeste. Madeira pesada, cerne acinzentado, textura grosseira.</p>
<p><strong><em>Construções externas, forros, postes, estacas, vigas, caibros, tábuas de assoalho, quilhas, barris de vinho e cerveja.</em></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Roxinho</span></strong></p>
<p>Cerne castanho-escuro quando recém cortado, logo após exibe uma cor roxa intensa ou violeta-purpúrea bastante distinta do alburno estreito, entre o amarelo-claro e o marrom-muito-pálido, textura média à fina, brilho de moderado a acentuado.</p>
<p><strong><em>Marcenaria fina, dormentes, forros, peças torneadas.</em></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Sucupira</span></strong></p>
<p>Cerne marrom-chocolate quando recém cortado, tornando-se marrom-escuro após a secagem, apresenta faixas estreitas de um marrom mais claro expondo seu aspecto fibroso característico, alburno estreito acinzentado ou cinza-rosado, claramente diferenciado do cerne, textura média à grossa, brilho moderado.</p>
<p><strong><em>Fabricação móveis, laminados decorativos, esquadrias, lambris, assoalhos, vigas, caibros, ripas, cruzetas, pontes e outros.</em></strong></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Tauari Branco</strong></span></p>
<p>Cerne e alburno indistintos, branco amarelado ao marrom-amarelado-claro. Anéis de crescimento pouco distintos, textura média brilho moderado.</p>
<p><strong><em>Construção Civil e Naval, móveis, instrumentos musicais, artigos decorativos, caixas, utensílios domésticos, brinquedos, marcenaria, lâminas de compensados.</em></strong></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Tauari vermelho</strong></span></p>
<p>Cerne e alburno indistintos, branco-amarelado ao marrom-amarelado-claro. Anéis de crescimento pouco distintos, grã direta, textura média, brilho moderado, cheiro pouco perceptível, gosto levemente amargo.</p>
<p><strong><em><strong><em>Construção civil e naval, móveis, artigos decorativos, utensílios domésticos, brinquedos, caixas, instrumentos musicais, engradados, embalagens, peças encurvadas, marcenaria.</em></strong></em></strong></p>
<table style="width: 538px; height: 161px;" border="0">
<tbody>
<tr>
<td align="left" valign="top"><strong>Referências Bibliográficas:</strong><strong></strong> </p>
<p><strong>&gt; </strong><em>Canadian Wood Council</em><br />
<strong>&gt; </strong><em>Madeira-Uso e Conservação-Armando Luiz Gonzaga</em><br />
<strong>&gt; </strong><em>Madeira-Uso sustentável na Construção Civil-IPT</em><br />
<strong>&gt; </strong><em>Anatomia da Madeira-Arlindo Costa </em><br />
<strong>&gt;</strong><em> Billon &#8211; tree ready-made for woodworking &#8211; Vincent kohlers</em><br />
<strong>&gt;</strong><em> Estruturas de Madeira &#8211; Alan Dias</em></td>
<td align="left" valign="top"><strong>Links Úteis:</strong> </p>
<p><a href="http://www.inmetro.gov.br/qualidade/cerflor.asp" target="_blank">CERFLOR</a><br />
<a href="http://www.fsc.org.br" target="_blank">FSC-Brasil</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div align="center"><a href="http://madeirambiente.com.br/" target="_blank"><img class="wp-image-308 alignnone" title="madeira-ambiente" src="http://madeirambiente.com.br/files/2012/01/madeira-ambiente.png" alt="" width="179" height="46" /></a></div>
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		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A madeira é ideal para construções bioclimáticas</title>
		<link>http://madeirambiente.com.br/construcao-madeira-bioclimatica/</link>
		<comments>http://madeirambiente.com.br/construcao-madeira-bioclimatica/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 20:03:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[bioclimática]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>

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		<description><![CDATA[Do lado estético, a madeira permite quase todas as formas desejadas. Além disso, ela pode ser fabricada industrialmente e os elementos construtivos montados diretamente no canteiro de obra. Permitindo trabalhos bem mais rápidos e menos onerosos do que as construções em alvenaria convencional.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Naturalmente isolante e aberta à criatividade arquitetônica, a madeira constitui um recurso de grande valor agregado para as edificações.</p>
<p><span style="color: #ff9900"><strong>As vantagens da madeira na construção de habitações:</strong></span></p>
<p>Há pouco mais de cinco anos, somente os apaixonados pela madeira optavam por esse material, ou aqueles que queriam diferenciar-se do habitual. Hoje, a madeira não é mais a escolha refinada de uma elite.</p>
<p>A população está motivada, porque a madeira torna-se uma verdadeira solução aos olhos de todos. O primeiro argumento é o ecológico:</p>
<ul>
<li>Os canteiros das obras em madeira consomem pouca energia, e principalmente as fósseis.</li>
<li>Utilizam pouca água, apenas para as fundações.</li>
<li>Não geram perdas de materiais ou descartes poluidores.</li>
</ul>
<p>Do lado estético, <strong>a madeira permite quase todas as formas desejadas</strong>. Além disso, ela pode ser fabricada industrialmente e os elementos construtivos montados diretamente no canteiro de obra. Permitindo <strong>trabalhos bem mais rápidos e menos onerosos</strong> do que as construções em alvenaria convencional.</p>
<p><img class="size-full wp-image-261 alignright" src="http://madeirambiente.com.br/files/2009/07/madeira-construcoes-bioclimaticas.jpg" alt="madeira-construcoes-bioclimaticas" width="281" height="356" /><span style="color: #ff9900"><strong>A madeira na construção bioclimática. </strong></span></p>
<p>É o material ideal para esse tipo de edificação. Primeiramente, porque possui propriedades isolantes naturais; perfeitas para compor <strong>o envelope da construção</strong>. Além do mais, as construções em madeira <strong>são isentas de pontes térmicas</strong>, porque <strong>não apresentam falhas de isolação</strong>.</p>
<p><span style="color: #ff9900"><strong>Características de uma residência bioclimática, em madeira.</strong></span></p>
<p>Construir uma habitação bioclimática consiste, principalmente em:</p>
<ul>
<li>Aproveitar ao máximo as energias naturais.</li>
<li>Otimizar a organização e a orientação dos diversos ambientes do edifício.</li>
</ul>
<p>Proporcionar aos recintos, maior aproveitamento da luz e calor do Sol, evitando gastos desnecessários com outras fontes de energia.</p>
<p><span style="color: #ff9900"><strong>Um novo conceito de construção civil.</strong></span></p>
<p>É oportuno repensar os materiais de arquitetura, criticamente; Arquitetos, engenheiros, construtores e usuários, devem trabalhar de mãos dadas, na busca das melhores performances possíveis.</p>
<p>Seria oportuno criar uma agenda setorial, estabelecendo normas e procedimentos mais adaptados ao meio ambiente, para conciliar as limitações energéticas e arquitetônicas às condições geográficas e climáticas de cada região.</p>
<p>Caso contrário, os grupos de pressão atuais continuarão influenciando as ações dos governos que se sucedem em projetos pseudo-sociais, que não avaliam corretamente o patrimônio biotecnológico nacional, ocultando os custos socioambientais envolvidos.</p>
<p><span style="color: #ff9900"><strong>O desenvolvimento sustentável da construção em madeira.</strong></span></p>
<p>As florestas são naturalmente renováveis. Entretanto, para ser durável é necessário explorar esse recurso de forma racional, observando rigorosamente os limites de desmatamento. Hoje, existe conhecimento científico suficiente para orientar o processo de exploração madeireira, em qualquer região do planeta.</p>
<p>A França, por exemplo, explora apenas 25% de suas reservas florestais, ou seja, um valor bem abaixo da renovação biológica natural. Além do mais, replanta sistematicamente as espécies abatidas e amplia as áreas reflorestadas.</p>
<p>A sociedade, através de seus representantes legítimos, deve exigir controles eficazes sobre a preservação dos recursos florestais, e selecionar os produtos certificados existentes no mercado.</p>
<p><span style="color: #ff9900"><strong>Instituições certificadoras de madeiras e florestas.</strong></span></p>
<p><a href="http://www.inmetro.gov.br/qualidade/cerflor.asp"><span style="color: #0000ff"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-260" style="margin-top: -15px;margin-bottom: -15px" src="http://madeirambiente.com.br/files/2009/07/cerflor.jpg" alt="cerflor" width="56" height="49" /></strong></span></a><strong><a href="http://" target="_blank">CERFLOR</a></strong><a href="http://" target="_blank"><br />
</a><a href="http://www.inmetro.gov.br/qualidade/cerflor.asp"> www.inmetro.gov.br/qualidade/cerflor.asp</a></p>
<p><a href="http://www.fsc.org.br" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-259" style="margin-top: -11px;margin-bottom: -11px" src="http://madeirambiente.com.br/files/2009/07/fsc.jpg" alt="fsc" width="56" height="46" /></a><strong><a href="http://www.fsc.org.br" target="_blank">FSC<br />
www.fsc.org.br</a></strong></p>
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		<title>A Madeira, além da moda</title>
		<link>http://madeirambiente.com.br/madeira-construcao/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 23:02:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Para nós, a imagem da madeira é ainda aquela de ser uma tendência de escolha arquitetônica, aconchegante e benéfica para o Planeta. Todavia, devemos integrar suas outras qualidades aos métodos construtivos do futuro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left"><span style="color: #ff6600"><strong>A madeira tem virtudes únicas, ainda inexploradas</strong></span></p>
<p>Para nós, a imagem da madeira é ainda aquela de ser uma tendência de escolha arquitetônica, aconchegante e benéfica para o Planeta. Todavia, devemos integrar suas outras qualidades aos métodos construtivos do futuro.</p>
<p><span style="color: #ff6600"><strong>A percepção do grande público sobre a madeira</strong></span></p>
<p>Em todo o mundo, a madeira é o <strong>material da moda</strong>. Pouco a pouco deixa de ser considerada em desuso, e assume a feição de <strong>material do futuro</strong> para o bem-estar da humanidade. Certamente, conta com defensores e opositores. Ostenta uma imagem altamente positiva em termos de <strong>estética</strong>, de <strong>meio ambiente</strong> e <strong>redução energética</strong>, entretanto, é considerada pouco resistente à água. Justamente por isso, é necessário reformular este conceito e esclarecer o consumidor sobre sua utilização nos ambientes externos, mas principalmente, <strong>sobre as espécies, e os tratamentos adequados para execução de paredes exteriores e fachadas.</strong></p>
<p style="text-align: center"><em><span style="color: #0000ff"><strong>A fábula dos “Três Porquinhos” marcou nosso inconsciente.</strong></span></em></p>
<p style="text-align: left"><span style="color: #ff6600"><strong>Os obstáculos à utilização da madeira na construção civil</strong></span></p>
<p>Primeiramente, trata-se de uma <strong>questão cultural</strong>. A fábula dos “Três Porquinhos”, recontada às crianças do mundo inteiro, e que marcou nosso inconsciente, é um bom exemplo. Além disso, existe o desconhecimento sobre a <strong>utilização das madeiras de nossas florestas</strong>, e dos <strong>métodos corretos de exploração</strong>. Também a antiga crença de “jamais derrubar uma árvore”, que nos acompanha de longo tempo. Tudo isso combinado às legítimas defesas contra o desmatamento, da Amazônia especialmente, constitui um forte preconceito.</p>
<p>Dois pontos cruciais devem ser esclarecidos à sociedade; O da <strong>capacidade instalada e tecnologia já disponível de nossa indústria madeireira</strong>, e o do <strong>aproveitamento sustentável das nossas florestas</strong>.</p>
<p><span style="color: #ff6600"><strong>O argumento ecológico</strong></span></p>
<p><strong>Este argumento envolve 5 a 10 por cento da população</strong>. Mas é levado em conta numa avaliação global, especialmente no plano sócio-econômico. Em contrapartida, sabemos que <strong>as metas de redução energética pesam enormemente no balanço de toda atividade humana</strong> e que devem acentuar-se já no futuro próximo. Por outro lado, <strong>toda redução energética contribui fortemente para o equilíbrio do meio ambiente</strong> e, a partir daí, os argumentos ecológico-econômicos convergem positivamente.</p>
<p style="text-align: center"><em>Após os acordos da ECO-92, onde mais de 160 governos assinaram a <strong>Convenção Marco sobre Mudança Climática</strong>, as Nações Unidas (UNCHS, 1993, p. 25) apontaram as estratégias sustentáveis para os novos componentes de construção e projeto de edifícios.</em></p>
<p style="text-align: left">Destacamos, a seguir, as principais medidas recomendadas nesse documento, e onde <strong>a madeira pode assumir papel preponderante na escolha dos métodos construtivos</strong>:</p>
<ul>
<li>O <strong>uso de menos materiais, especialmente aqueles de alta energia</strong>, nos edifícios, buscando maneiras de <strong>reduzir a espessura de paredes</strong>, acabamentos, e pé direito, onde estes fatores não comprometam outros aspectos do desempenho do edifício.</li>
</ul>
<ul>
<li>Optar por <strong>materiais de baixa energia</strong> onde estes forem disponíveis, como por exemplo: <strong>uso de madeira, no lugar do aço ou concreto para vigas e treliças</strong>; argamassa de cal, em vez de argamassa de cimento; terra e tijolos de terra estabilizada, em substituição aos tijolos queimados; blocos de concreto celular, no lugar de blocos/painéis densos de concreto; optar por <strong>sistemas estruturais de baixa energia</strong>, como alvenaria auto-portante, em lugar de concreto armado ou estrutura metálica.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>O cuidado na preservação do local e seu entorno durante as obras civis e após.</strong></li>
</ul>
<ul>
<li>A <strong>otimização e racionalização do processo de construção, de modo a reduzir o desperdício e descarte de materiais durante a construção.</strong></li>
</ul>
<ul>
<li>Benefícios econômicos: <strong>redução do investimento de construção, e redução do custo de utilização dos edifícios</strong>, possibilidade de reuso ou readequação da edificação e componentes para novas finalidades.</li>
</ul>
<ul>
<li>Benefícios ambientais: <strong>redução do impacto ambiental, preservação e conservação dos recursos naturais</strong>.</li>
</ul>
<p style="text-align: left"><span style="color: #ff6600"><strong>Madeira versus o modelo construtivo atual</strong></span></p>
<p>Em face das soluções padronizadas atualmente, a madeira apresenta-se como intrusa. Entretanto, a oferta de habitações de madeira está se estruturando pouco a pouco, e podemos constatar sua participação crescente nos catálogos de grandes construtores, principalmente no exterior.</p>
<p>Não está longe, se levarmos em conta as necessidades humanas, doravante, a urgência em reduzirmos as demandas energéticas e emissão de poluentes, ao lado do enorme potencial biotecnológico florestal do Brasil, de nos tornar um grande produtor de edificações residenciais, comerciais, hospitalares, escolares, e de outras finalidades, principalmente, para o mercado interno. Podemos ainda, no médio prazo, destacar-nos no cenário internacional do setor.</p>
<p><span style="color: #ff6600"><strong>Considerações</strong></span></p>
<p>O Brasil não dispõe de diretrizes seguras, nem de sistemas de análise e certificação para a Arquitetura Sustentável. No entanto, podemos apoiar-nos em modelos e experiências já desenvolvidos em outros países, e que são plenamente adaptáveis a nossa realidade.</p>
<p>Mesmo porque, a sustentabilidade absoluta é ainda uma utopia, o equilíbrio ambiental perfeito não será atingido no médio prazo. Ainda assim, projetos e edificações devem buscar continuamente a sustentabilidade, criando níveis de exigência cada vez maiores. Aproximando-se cada vez mais do ideal desejado e contribuindo decisivamente para a preservação do eco-sistema e da sociedade.</p>
<p><strong>Referências Bibliográficas:</strong><br />
OLAGNE, Régis: Directeur Institut BVA – depoimento à bois.com<br />
CORCUERA, Daniela: Edifícios de Escritórios &#8211; O Conceito de Sustentabilidade nos Sistemas de Vedação Externa. Dissertação de Mestrado. São Paulo, FAU-USP/Fapesp, 1999.<br />
Kyoto: Protocolo-Greenpeace</p>
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		<title>A Madeira e a Energia Incorporada</title>
		<link>http://madeirambiente.com.br/energia-incorporada-na-madeira/</link>
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		<pubDate>Sun, 05 Apr 2009 02:37:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>

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		<description><![CDATA[A noção de Energia Incorporada remonta aos anos 70. Na Construção, ela permite claramente comparar o consumo de energia para a produção de diferentes materiais, desde a Matéria-Prima bruta, até a reciclagem final ou descarte. Com isso podemos optar pelo uso de materiais de menor impacto ambiental, como a Madeira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A noção de Energia Incorporada remonta aos anos 70. Na Construção, ela permite claramente comparar o consumo de energia para a produção de diferentes materiais, desde a Matéria-Prima bruta, até a reciclagem final ou descarte. Com isso podemos optar pelo uso de materiais de menor impacto ambiental, como a Madeira.</p>
<p><span style="color: #800000"><strong>Definição</strong></span></p>
<p>Energia Incorporada (<strong>Énergie Grise</strong>) – De acordo com Erik Niemann (MGC/DRAST) “A soma de toda a Energia necessária para assegurar a elaboração de um material, desde a extração da matéria bruta, o tratamento, a transformação, a fabricação do produto final, bem como o transporte necessário em todo o processo, até sua colocação no canteiro de obra. Incluídos os gastos energéticos, de materiais e de manufatura que contribuem para sua conclusão”<br />
<em>Fonte: “L’energie grise dans la filière bâtiment et travaux publics de Erik Niemann”</em></p>
<p>Energia incorporada (<strong>Emergia</strong>) &#8211; De acordo com Enrique Ortega (FEA/UNICAMP): “Emergia é o valor biosférico dos recursos da Terra”. Então o balanço de <strong>emergia </strong>étega: &#8220;A contabilidade ambiental, econômica e social dos sistemas, considerando a energia contida nas diferentes contribuições que o sistema recebe&#8221;. É uma ferramenta usada para calcular a eficiência do sistema através da Transformidade. Utilizando princípios da termodinâmica.<br />
<em>Fonte: www.unicamp.br/fea/ortega</em></p>
<p><span style="color: #800000"><strong>Como avaliar a Emergia de um material</strong></span></p>
<p>O cálculo global leva em conta cada fase de produção e transformação do material, também chamada de <strong>Análise do Ciclo de Vida</strong>:</p>
<ul>
<li>A produção ou extração</li>
<li>A estocagem</li>
<li>O transporte</li>
<li>A embalagem</li>
<li>Os resíduos originados</li>
<li>A destinação dos materiais não recicláveis</li>
</ul>
<p>Podemos assim avaliar o <strong>consumo de Energia em kWh/t</strong> (quilowatt-hora / tonelada) de um material, ao longo de todo seu ciclo de vida. Constatamos, por exemplo, na tabela abaixo, que a quantidade de energia incorporada (<strong>Emergia</strong>) do Alumínio é próximo de <strong>50 vezes superior</strong> à da Madeira.</p>
<p style="text-align: center"><img class="size-full wp-image-142 aligncenter" src="http://madeirambiente.com.br/files/2009/04/21.jpg" alt="21" width="431" height="124" /></p>
<p>Podemos, portanto, concluir que a energia consumida ao curso do ciclo de vida de um material <strong>depende da complexidade de elaboração do produto final</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline">Uma noção fundamental no segmento da Construção</span>: A produção industrial de materiais gera emissões de CO2. Considera-se que essas emissões estão na ordem de <strong>350kg de CO2 por 1000 kWh</strong> de energia incorporada.</p>
<p>De acordo com esses dados e a Emergia dos materiais, indicadas na tabela anterior, podemos calcular a geração de CO2 ao longo dos ciclos de vida:</p>
<ul>
<li>De uma tonelada de <strong>Alumínio </strong>de primeira fusão: <strong>11,8 toneladas de dióxido de carbono</strong>.</li>
<li>De uma tonelada de <strong>Madeira </strong>serrada:<strong> 250 quilos de dióxido de carbono</strong>.</li>
</ul>
<p style="text-align: center"><em>« Uma reflexão sobre a escolha dos materiais utilizados nas construções revela-se, portanto, incontornável, afim de reduzir a quantidade de energia necessária para uma mesma finalidade »</em></p>
<p><span style="color: #800000"><strong>Vantagens da Madeira na preservação do Meio ambiente</strong></span></p>
<p>A Madeira de exploração sustentável apresenta um <strong>balanço de carbono neutro</strong>, significa que o CO2 lançado na atmosfera, por sua transformação e reciclagem, é totalmente reabsorvido pela floresta. Podemos afirmar que trata-se de um material de baixa retenção energética na sua produção (Emergia), e que devemos, portanto, considerá-lo também como uma <strong>solução eficaz na luta contra o Efeito Estufa</strong>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-143" src="http://madeirambiente.com.br/files/2009/04/22.jpg" alt="22" width="568" height="361" /></p>
<p style="text-align: left"><span style="color: #800000"><strong>Retenção energética de diferentes materiais</strong></span></p>
<p style="text-align: center">Consumo de Energia em quilowatt (kW) para produzir um metro cúbico (m3)</p>
<p style="text-align: left"><img class="aligncenter size-full wp-image-144" src="http://madeirambiente.com.br/files/2009/04/23.jpg" alt="23" width="565" height="213" />Os números apresentados acima podem guardar variações entre as diversas fontes de observação dos dados, porque dependem de numerosos fatores. A influência dos <strong>grupos de pressão</strong> (empresas e associações de classe), assim como, <strong>as políticas governamentais</strong>, devem ser ponderados na análise crítica desses valores.</p>
<p style="text-align: center"><img class="alignnone size-full wp-image-150" src="http://madeirambiente.com.br/files/2009/04/24.jpg" alt="24" width="254" height="199" /> <img class="alignnone size-full wp-image-151" src="http://madeirambiente.com.br/files/2009/04/25.jpg" alt="25" width="269" height="203" /></p>
<h3 style="text-align: left"><img class="alignright size-full wp-image-149" src="http://madeirambiente.com.br/files/2009/04/26.jpg" alt="26" width="165" height="158" />A retenção energética da Madeira serrada é mínima comparada aos outros materiais: 700 kWh por tonelada.</h3>
<h3 style="text-align: left"><img class="alignnone size-full wp-image-148" src="http://madeirambiente.com.br/files/2009/04/27.jpg" alt="27" width="204" height="167" /></h3>
<h3 style="text-align: left"><img class="alignright size-full wp-image-147" src="http://madeirambiente.com.br/files/2009/04/28.jpg" alt="28" width="171" height="138" /></h3>
<h3 style="text-align: left">A utilização do Alumínio em grande quantidade é nefasta para o Meio ambiente. Sua retenção energética é de 33.700 kWh por tonelada.</h3>
<h3 style="text-align: left"><img class="alignleft size-full wp-image-146" src="http://madeirambiente.com.br/files/2009/04/29.jpg" alt="29" width="80" height="113" /></h3>
<h3 style="text-align: left">O PVC também apresenta uma retenção energética muito alta, de 18.750 kWh por tonelada.</h3>
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		<title>Reflexões</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Apr 2009 02:07:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[pensamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Os transtornos sociais que sucederão, já no futuro próximo, causados pela utilização desmedida de produtos e técnicas que degradam o ecossistema, são tais, que o debate tradicional entre os tecnocratas do sistema decisorial não será suficiente para atender às necessidades da população envolvida, que deseja ser ouvida e entendida nos seus anseios e inquietações com o amanhã.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>“A Terra não pertence ao homem, é o homem que pertence a Terra. Nós o sabemos: Todas as coisas estão ligadas. Tudo que acontece a Terra acontece aos filhos da Terra. O homem não teceu a rede, ele é só um fio do tecido. Tudo o que ele faz à rede, ele o faz a si próprio”. Extrato da resposta de Seattle, chefe da tribo Suquamish, ao governo americano em 1854.</p></blockquote>
<p>Os profissionais, embora conscientes de seus deveres e responsabilidades, não têm todo o tempo para estar informados ou conectados a todas as ocorrências do Meio ambiente. Por vezes, não sabem mesmo a quem se dirigir, ou onde buscar os recursos disponíveis para avançar no seu trabalho com eficácia.</p>
<p>As pessoas comuns, consumidores ou usuários de bens e serviços podem ter a vontade ecológica moral, porém, não dispõem de informações claras dos verdadeiros problemas relacionados com o Meio ambiente.</p>
<p>Os educadores, por outro lado, têm dificuldade de encontrar material suficiente para aperfeiçoar os seus ensinamentos, ou inteirar-se das novas experiências no campo ambiental.</p>
<p>Os grupos de pressão, que não admitem reduzir sua obstinação possessiva ou ver seus negócios submetidos às exigências ambientais vigentes, mantêm os ecólogos em sua alça de mira. Seus prepostos sempre tentarão barganhar junto aos gabinetes ministeriais, com planos ambiciosos que não resistiriam a uma análise ecológica criteriosa.</p>
<p>Resgatada do isolamento e introduzida nas empresas, as políticas de âmbito social permitiram aos ecologistas mais atuantes revelar, com total transparência, suas reais preocupações com o desenvolvimento sustentável, que abrange o Econômico e o Social, no contexto do Meio ambiente.</p>
<p>A tarefa é imensa e complexa porque os enfrentamentos são diuturnos, sem trégua e em todos as áreas, tais como; biotecnologias, recursos hidrominerais, emissões, reciclagem e destinação de resíduos, etc. Cada vez mais, os cidadãos não vão querer deixar as decisões cruciais unicamente nas mãos de especialistas nomeados.</p>
<p>Os transtornos sociais que sucederão, já no futuro próximo, causados pela utilização desmedida de produtos e técnicas que degradam o ecossistema, são tais, que o debate tradicional entre os tecnocratas do sistema decisorial não será suficiente para atender às necessidades das populações atingidas. Que desejam ser ouvidas e compreendidas nos seus anseios e inquietações com o amanhã.</p>
<p>Há um enorme abismo que separa os ecólogos dos profissionais “formatados em tecnologias despoluidoras”. Aprofundado pelo menosprezo de uns sobre os outros, gerando incompreensões, manifestações ambíguas e sentimentos negativos de parte a parte. Isso constitui uma importante parcela do problema, mas se quisermos, é uma boa oportunidade de resolvê-lo: <strong>Quando os legítimos representantes da sociedade civil, as corporações, os profissionais e as instituições, promoverem os entendimentos além dos discursos, mas com ações e esforços conjuntos. Aí as coisas avançarão, e os milagres podem acontecer&#8230;</strong></p>
<blockquote><p>“Os problemas do mundo não podem ser resolvidos pelos incrédulos ou pelos cínicos, para os quais os horizontes limitam-se às realidades evidentes. Nós precisamos de homens capazes de imaginar o que jamais existiu”.<br />
John F. Kennedy<strong></strong></p>
<p><strong></strong></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Madeira, um material performante e polivalente</title>
		<link>http://madeirambiente.com.br/paineis-demadeira-interiores/</link>
		<comments>http://madeirambiente.com.br/paineis-demadeira-interiores/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 00:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[materiais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.madeirambiente.com.br/site/?p=31</guid>
		<description><![CDATA[Enquanto recurso primordial do planeta, o futuro nos mostra a madeira como um material realmente inovador. Além de contemplar a maior parte das nossas necessidades essenciais, técnicas e estéticas, tem um valor inestimável à preservação do Meio ambiente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-116" src="http://madeirambiente.com.br/files/2009/04/11.jpg" alt="11" width="286" height="81" />1.    A madeira pode reduzir drasticamente a demanda energética na construção civil, seja na obtenção dos produtos, seja nos métodos construtivos. Além de neutralizar a emissão de gás carbônico para o Meio ambiente.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-115" src="http://madeirambiente.com.br/files/2009/04/12.jpg" alt="12" width="289" height="82" />2.    Onde a madeira maciça encontra seus limites de forma ou textura, destacam-se os compósitos de alta tecnologia em projetos arquitetônicos arrojados e de grande beleza.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-114" src="http://madeirambiente.com.br/files/2009/04/13.jpg" alt="13" width="282" height="80" />3.    O tratamento de alta temperatura, sobre a madeira, permite obter peças de excelente estabilidade dimensional e quase imputrescíveis, com acabamento natural em tons de caramelo, e de aroma muito agradável.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-113" src="http://madeirambiente.com.br/files/2009/04/14.jpg" alt="14" width="286" height="81" />4.    Os painéis laminados são resistentes e de excelente aspecto, são os painéis mais performantes de sua geração. Muito utilizados em edificações, mobiliário e na decoração de interiores.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-112" src="http://madeirambiente.com.br/files/2009/04/15.jpg" alt="15" width="262" height="82" />5.    Imagine um material estético e natural como a madeira, que pode ser moldado e assumir quase todas as curvas e formatos. Este material, conhecido a mais de 50 anos, é redescoberto hoje e ganha impulso notável com o avanço tecnológico do setor.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-111" src="http://madeirambiente.com.br/files/2009/04/16.jpg" alt="16" width="272" height="77" />6.    Perfis extrudados são fabricados a partir de uma mistura de madeira finamente moída e um polímero termoplástico, que confere ao produto final plena resistência à umidade e ao ataque de insetos. Reproduzindo o aspecto natural da madeira</p>
<p><img class="size-full wp-image-110 alignleft" src="http://madeirambiente.com.br/files/2009/04/17.jpg" alt="17" width="240" height="68" />7.    A madeira experimenta um salto tecnológico extraordinário em nossos dias, ampliando seu leque de utilização com vantagens notáveis sobre outros materiais. O que nos permite criar novos produtos e soluções de alta qualidade técnica e estética.</p>
<p><img class="size-medium wp-image-109 alignright" src="http://madeirambiente.com.br/files/2009/04/18-300x85.jpg" alt="18" width="300" height="85" />8.    Enquanto recurso primordial do planeta, o futuro nos mostra a madeira como um material realmente inovador. Além de contemplar a maior parte das nossas necessidades essenciais, técnicas e estéticas, tem um valor inestimável à preservação do Meio ambiente.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-108" src="http://madeirambiente.com.br/files/2009/04/110.jpg" alt="110" width="254" height="72" />9.    Largamente utilizada em arquitetura de interiores, a madeira possui propriedades acústicas que lhe permitem atenuar, amplificar, ou ainda conter as ondas sonoras.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-107" src="http://madeirambiente.com.br/files/2009/04/111.jpg" alt="111" width="296" height="84" />10.    Invisíveis, mas nocivos a nossa saúde, os sons externos ao ambiente podem nos causar grandes males, principalmente os ruídos urbanos. Todavia, essa forma de poluição pode ser atenuada com o uso de painéis acústicos de madeira.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-130" src="http://madeirambiente.com.br/files/2009/04/111b.jpg" alt="111b" width="258" height="73" />11.    Os painéis de madeira adaptam-se a quase todas as nossas necessidades de realização; Armários, estantes, divisórias, pisos, estruturas diversas, etc.</p>
<h4>Para cada finalidade encontramos um painel adequado: MDP, MDF, HDF, OSB, Contraplacados, entre outros.</h4>
<p><em><strong>Origem: Groupe Confort Bois – France<br />
Adaptação e tradução: www.madeirambiente.com.br</strong></em></p>
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